quarta-feira, 25 de julho de 2012

Colônia de Sacramento - UY Jul. 2012



Nossa visita à Colônia de Sacramento foi curta mas suficiente para conhecer e desfrutar da pequena cidade à beira do Rio da Prata. Em Montevidéu tomamos um ônibus para Colônia de Sacramento, onde chegamos após 2 horas de uma viagem bem tranquila. Desta forma, ficamos com a tarde livre para conhecer a cidade, pernoitar e na manhã seguinte tomar o Buquebus para Buenos Aires.

ONDE FICAR


Posada del Rio

Como seria apenas um pernoite optamos por ficar hospedados na Posada del Rio. A localização da pousada era excelente, próxima do porto. De lá facilmente caminhamos para o centro histórico.

Fiz a reserva com antecedência e por e-mail pedi modestamente se poderiam oferecer fruta no café da manhã, já que minha filha é celíaca. Foi então, que na pousada, tivemos uma agradável surpresa: _ O pessoal andou se informando e quando chegamos nos entregaram um panfleto de um lugar que oferecia comida para celíacos: Santé (aquele que fechou em Montevidéu, abriu franquia em Colônia!). No café da manhã a pousada ofereceu além das frutas, iogurtes sem glúten, algumas bolachas sem glúten e alfajores comprados no Santé

Foram muito gentis e por isso os recomendamos muito!




ONDE COMER

Já saímos de Montevidéu "munidos" de lanchinhos preparados e produtos comprados na Gluteno, assim, se não encontrássemos nada, fome não não seria o problema.

Nas pesquisas feitas com antecedência, descobri o que o restaurante Irene's, de comida natural (na Calle Flores), tinha uma opção de massa sem glúten. No entanto não pudemos conferir pois estava fechado na hora que fomos, o que não foi problema pois passamos no Santé (Rivera, 328) e compramos torta e empanadas de carne e azeitonas. Muito boas!

Infelizmente a bateria da máquina acabou e não pude tirar foto do lugar.

Santé, tanto vende na própria loja como faz entregas de alguns pratos até as 20 horas. Uma ótima opção!



Na cidade também é possível encontrar alguns restaurantes que servem parrilla e como geralmente as carnes são temperadas apenas com sal, é uma outra opção.

ONDE COMPRAR

Não fizemos compras em mercados mas, caso precisássemos, era só consultar a mesma lista de produtos aptos oferecida pela ACELU (no post de Montevidéu!).
  

PASSEIOS

Bem, o programa por Colônia de Sacramento é andar e conhecer a cidade, que é uma graça, principalmente o bairro histórico, onde a caminhada é muito agradável. 
Vielas e ruas de pedras, casinhas encantadoras que parecem ter parado no tempo... e o tempo passa mesmo devagar por ali. 


Então o passeio é este: _ Relaxar e andar sem compromisso. 
Mesmo com criança pequena conseguimos fazer esse passeio a pé numa boa, com calma e curtindo a paisagem.



Em Colônia nos despedimos do Uruguai e 
fizemos a travessia para a Argentina de Buquebus.

Ainda no Brasil, com cartão internacional, comprei as passagens pelo site. Há outras empresas fazendo a travessia, mas esta é a mais conhecida. Pode-se fazer a travessia no barco rápido, que dura 1 hora ou no outro barco, que dura 3 horas. Há possibilidade de embarcar carros também.


Você chega ao porto com algum tempo de antecedência e faz o check-in (como nos aeroportos),



Passa pela imigração,



e aguarda o embarque.



dentro do barco é como um grande salão com assentos (não há lugar marcado), uma lanchonete (sem opção alguma para celíacos além de água, refrigerante e sucos) e até um duty free.

A viagem é bem tranquila, balança um pouco mas, eu que costumo enjoar não senti nada. Em uma hora já estávamos em Buenos Aires.


segunda-feira, 23 de julho de 2012

Punta del Este - UY Jul. 2012


Em Montevidéu alugamos um carro para conhecer Punta del Este. Saímos cedo, fomos e voltamos no mesmo dia, não houve hospedagem mas mesmo assim valeu muito a pena. Estrada boa e de quebra passamos por Punta Balleña e Fazenda Lapataia.

ONDE COMER


Nas pesquisas pela internet, descobri que o restaurante Virazon oferece uma opção de massa sem glúten. Há ainda o El Palenque, que me garantiu não haver problemas com as carnes na grelha e batatas. (A tirar pelo El Palenque de Montevidéu, realmente não tivemos problemas). Na pior das hipóteses há Mc Donalds na cidade. E lá segundo informações recebidas pela ACELU, as batatas, carnes e tudo o que não fosse pães, biscoitos e casquinhas eram aptos para celíacos.

Como já sabíamos dos preços altos praticados em Punta del Este e já que a Isa não é muito fã de massas, nossa melhor opção foi levar lanchinhos comprados na Gluteno para a Isa e comermos no La Pasiva (Lá não tem opção sem glúten apesar dos uruguaios considerarem aptos o Chivito al plato. Eu não confio!). 

ONDE COMPRAR

Não fizemos compras em mercados mas, caso precisássemos, era só consultar a mesma lista de produtos aptos oferecida pela ACELU (no post de Montevidéu!).

PASSEIOS

Ao chegar em Punta, uma paradinha para fotos no Conrad e depois seguimos para o
Porto.


O porto de Punta del Este, além de uma vista muito bonita, é bem interessante para quem está com criança. Parar ali, ver as gaivotas e alimentar  os lobos marinhos. Isa adorou! E nós também!


Seguimos para o Monumento aos Ahogados (Los Dedos), tiramos várias fotos (a concorrência para conseguir tirar uma boa foto com os 5 dedos é grande! rs Nossa melhor foto teve 4 dedos apenas! rs) 




Depois, como se não estivesse frio, um sorvete "sin gluten" na Freddo.





Após o almoço seguimos para a Fazenda Lapataia,que também é um programa legal para quem viaja com crianças pequenas.



A entrada é gratuita. Pudemos observar a produção do doce de leite (uma delícia também e sem glúten!), andar pela fazenda, brincar nos parquinhos, dar mamadeira aos bezerros,  acompanhar a ordenha das vacas (para essas últimas é necessário ligar confirmando o horário das atividades). Quem quiser passear de ponei, cavalo, charrete e quadriciclo, paga uma taxa específica para a atividade. Ficamos umas duas horinhas e nos divertimos bastante.


Pelas 16:30h seguimos para Casapueblo, a casa do sol, museu, hotel e residência de Carlos Páez Vilaró. Apesar de haver uma espécie de café, lá não serve nada sem glúten.




A Casapueblo é uma homenagem de Vilaró ao sol e a mulher.




Visitamos o museu e esperamos o Por do Sol... Tudo tão lindo que não dá vontade de parar de tirar fotos.

O por do sol, ao som do poema de Vilaró, "Cerimônia del Sol", recitado por ele, é um espetáculo a parte... um momento para auto reflexão, agradecimento, admiração e contentamento pela vida, por cada dia e pela riqueza "en soles, que guardamos en la alcancía del horizonte". 





Tanta beleza encerrou com chave de ouro esse passeio delicioso à Punta del Este.



CEREMONIA DEL SOL
Carlos Páez Vilaró

Hola Sol …!
Otra vez sin anunciarte llegas a visitarnos.
Otra vez en tu larga caminata desde el comienzo de la vida.Hola Sol…!
Con tu panza cargada de oro hirviendo para repartirlo generoso por villas y caseríos, capillas campesinas, valles, bosques, ríos o pueblitos olvidados.
Hola Sol…!
Nadie ignora que perteneces a todos, pero que prefieres dar tu calor a los más necesitados, los que precisan de tu luz para iluminar sus casitas de chapa, los que reciben de tí la energía para afrontar el trabajo, los que piden a Dios que nunca les faltes, para enriquecer sus plantíos, y lograr sus cosechas. Es que vos, Sol, sos el pan dorado de la mesa de los pobres.
Desde mis terrazas te veo llegar cada tarde como un aro de fuego rodando a través de los años, puntual, infaltable, animando mi filosofía desde el día que soñé con levantar Casapueblo y puse entre las rocas mi primer ladrillo.
Recuerdo que era un día inflamado de tormenta, el mar había sustituido el azul por un color grisáceo empavonado, en el horizonte un velero escorado afinaba el rumbo para saltear la tempestad, el cielo se llenaba de graznidos de cuervos en huida, la sierra se peinaba con la ventolera alborotando a la comadreja y al conejo.Pero de golpe como un anuncio sobrenatural el cielo se perforó y apareciste vos. Eras un sol nítido y redondo, perfecto y delineado, puesto sobre el escenario de mi iniciación con la fuerza sagrada de un vitreaux de iglesia. Desde ese instante sentí que Dios habitaba en ti, que en tu fragua derretía la fe y que por medio de tus rayos la transmitía por todos los sitios donde transitabas.
Los mismos brazos de oro que al desperezarte iluminan el cielo, al estirarse a los costados entibian las sierras, o apuntando hacia abajo laminan el mar.
Hola Sol…!
Cómo me gustaría haber compartido tu largo trayecto regalando luz, porque a tu paso acariciaste la vida de mil pueblos, compartiste sus alegrías y tristezas, conociste la guerra y la paz, impulsaste la oración y el trabajo, acompañaste la libertad e hiciste menos dura la oscuridad de los presidios.
A tu paso sol, se adormecen los lagartos, despiertan los girasoles y los gallos cacarean. Se relamen los gatos vagabundos, los perros guitarrean, y el topo se encandila al salir de la cueva.
A tu paso sol, hay sudor en la frente del obrero y en los cuerpos de las mujeres cobrizas que alcanzan el cántaro de la favela. Con tus latidos conmueves el mar, das música a la siembra, la usina y el mercado.
A tu paso corrieron en estampida búfalos y antílopes, desperezó el león, se asombró la jirafa, se deslizó la serpiente y voló la mariposa.
A tu paso cantó la calandria, despegó el aguilucho, despertó el murciélago y emigró el albatros.
Hola Sol…!
Gracias por volver a animar mi vida de artista. Porque hiciste menos sola mi soledad. Es que me he acostumbrado a tu compañía y si no te tengo, te busco por donde quiera que estés. Por eso te reencontré en la Polinesia, cuando te coronaron rey de los archipiélagos de nácar y los arrecifes dentellados de coral, o también en Africa, cuando dabas impulso a sus revoluciones libertarias y te reflejabas en el espejo de sus escudos tribales para inyectarles coraje.
Te estoy mirando y veo que no has cambiado, que sos el mismo sol que reverenciaron los aztecas, el mismo de mi peregrinaje pintando por América, el que envolvió la Amazonia misteriosa y secreta, el que me alumbró los caminos al Machupichu sagrado del Perú, el de los valles patagónicos o los territorios del Sioux o del comanche. El mismo sol que me llevó a Borneo, Sumatra, Bali, las islas musicales o los quemantes arenales del Sahara.A diferencia del relámpago que apenas proyecta en la noche latigazos de luz, desde tu reinado planetario, tus destellos continúan activos, permanentes.
Alguna vez la travesura de las nubes oculta tu esplendor, pero cuando ello ocurre, sabemos que estás ahí, jugando a las escondidas.Otras veces, en cambio, te vemos sonreír cuando las golondrinas o las gaviotas te usan de papel para escribir las frases de su vuelo.
Gracias Sol, por invadir la intimidad de mi atardecer y zambullirte en mis aguas.Ahora serás la luz de los peces y su secreto universo submarino. También de los fantasmas que habitan en el vientre de los barcos hundidos en trágicos naufragios.
Gracias Sol…! Por regalarnos esta ceremonia amarilla.
Gracias por dejar mis paredes blancas impregnadas de tu fosforescencia.Entre ventoleras y borrascas, cruzando ciclones y tempestades, lluvias o tornados, pudiste llegar hasta aquí para irte silenciosamente frente a nuestros ojos.Porque tu misión es partir a iluminar otros sitios. Labradores, estibadores, pescadores te esperan en otras regiones donde la noche desaparecerá con tu llegada.Y como respondiendo a un timbre mágico despertarás las ciudades, irás junto a los niños a la escuela, pondrás en vuelo la felicidad de los pájaros, llamarás a misa.A tu llegada, se animará el andamio con sus obreros, cantarán los pregoneros en las ferias, la orilla del río se llenará de lavanderas y entrará la alegría por la banderola de los hospitales.
Chau Sol…! Cuando en un instante te vayas del todo, morirá la tarde. La nostalgia se apoderará de mí y la oscuridad entrará en Casapueblo. La oscuridad, con su apetito insaciable penetrando por debajo de mis puertas, a través de las ventanas o por cuanta rendija encuentre para filtrarse en mi atelier, abriéndole cancha a las mariposas nocturnas.
Chau Sol…! Te quiero mucho…Cuando era niño quería alcanzarte con mi barrilete. Ahora que soy viejo, sólo me resigno a saludarte mientras la tarde bosteza por tu boca de mimbre.
Chau Sol…! Gracias por provocarnos una lágrima, al pensar que iluminaste también la vida de nuestros abuelos, de nuestros padres y la de todos los seres queridos que ya no están junto a nosotros, pero que te siguen disfrutando desde otra altura.
Adiós Sol…! Mañana te espero otra vez. Casapueblo es tu casa, por eso todos la llaman la casa del sol. El sol de mi vida de artista. El sol de mi soledad. Es que me siento millonario en soles, que guardo en la alcancía del horizonte.

veja o vídeo de Gelson M. da Costa que encontrei no youtube.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Montevidéu - UY "Sin Gluten" Jul. 2012






Nossa estada por Montevidéu durou 5 dias maravilhosos, no mês de julho (muito frio!).
Uma cidade tranquila, com pessoas cordiais e que inclusive no universo "sin gluten" ou "sin T.A.C.C." tem suas opções e encantos.


ONDE FICAR



Mais uma vez preferimos alugar um apartamento por todas as comodidades a que já me referi antes.
Fizemos por este site.
Ficamos neste apartamento, na Cidade Velha. A proprietária foi uma graça! Muito prestativa e atenciosa! Recomendo!

Demos preferência por um apartamento nas proximidades dos principais pontos turísticos e assim poder conhecer a cidade aos poucos e a pé. Ficamos na região do Porto de Montevidéu, Cidade Velha. Bem pertinho do Mercado do Porto! Para transitar a pé na Cidade Velha durante a noite parece ser meio inseguro, mas de carro ou taxi (que era bem barato), não tivemos problemas.

Pocitos é um outro bairro, aonde no verão deve ser muito agradável se hospedar. Mais distante dos pontos turísticos, porém bem próximo a orla (e da Gluteno)! Já no inverno, a ventania incomoda um pouco.

Muitas pessoas não acham necessário alugar um carro se você for ficar só em Montevidéu, mas nossa idéia era visitar Punta del Este e para este destino, no esquema bate e volta, acredito que a locação de um carro seja a melhor opção. 

Alugamos um carro por duas diárias com a Punta Car, recebemos o veículo assim que chegamos no Aeroporto de Carrasco (2 horas da madrugada!) e com isso já economizamos o taxi que geralmente no aeroporto é bem caro. Como ficamos hospedados na Cidade Velha, a locação do carro também foi uma boa para podermos passear por lugares mais distantes (Estádio Centenário, Rambla e Pocitos), ainda mais naquele frio!

Dirigir em Montevidéu é bem tranquilo, o difícil é conseguir não levar nenhuma multa! Já havia lido sobre isso enquanto planejava a viagem, mas ainda assim fomos autuados por transitar sem o farol aceso (durante o dia!!!) dentro da cidade (dessa lei eu não sabia!):_ Multa de 40 dólares!

Depois, sem o carro, centralizamos os passeios pela parte histórica e pontos turísticos mais próximos ao local que ficamos hospedados.


ONDE COMER



Nas pesquisas pela rede encontrei algumas opções que pude conferir:


Nossa! Entramos na lanchonete e ficamos maravilhados! Encantados! e perdidos...com tantas opções.


Por lá comemos as empanadas, muito boas!


Trouxemos pães de queijo (não que sejam raros mas minha filha ama!), mais empanadas, pizza, sanduiches de presunto e queijo, e bronnie e ainda fizemos amizade com alguns celíacos uruguaios.

O que é este lugar... 




Essas vitrines dispensam comentários!




"Posso escolher qualquer coisa?" 

Foi a pergunta da Isa diante de tudo isso...




Faltou mão pra tanta tentação...



Assim como tantos restaurantes em Montevidéu que nunca estão abertos quando procuramos, também não conseguimos experimentar o La Lupita ...

La Pulperia
Lagunillas 11300, próximo ao Punta Carretas Shopping

Não tem cardápio específico para celíacos. Não vi sequer placa sinalizando o local, mas está sempre cheio pela parrilla que oferece. Fomos conferir.

O ambiente é pequeno, come-se no balcão, e os atendentes mesmo preparam tudo.



Naquele frio, era bom demais ficar assim tão perto da fornalha!

Conversamos com uma moça que demonstrou ter conhecimento sobre doença celíaca, nos foi muito atenciosa e explicou as melhores opções (Carnes e batatas!).

Uma parrilla sem os preços exorbitantes do El Palenque mas também muito gostosa!


Este é famoso no Mercado do Porto. E merece! Na verdade ele não tem cardápio específico para celíacos, mas diante de tanta propaganda do lugar, enviei um e mail explicando a situação e eles responderam que eu não teria problemas com as carnes da parrilla (que não colocavam pães ali) , batata e queijos. De fato, não tivemos! Comemos lá duas vezes...



Naquele frio, sentar no balcão, pertinho do calor da parrilla e ficar observando as carnes serem preparadas enquanto aguarda o seu pedido, é tudo de bom!

Das vezes que fomos, provamos "ojo de bife", "picanha" e "asado de tira", provolone e batatas fritas e assadas. Delícia!



No entanto, no último dia, já indo embora, percebi um dos garçons meio desconfiado, pegando um dos pãezinhos a pedido de um cliente e colocando-o na parrilla para aquecer.

Pronto, tristeza, né?! Pela atitude dele, acho que estava fazendo escondido de alguém e afinal, no tempo e das vezes em que estivemos ali, isso não havia acontecido. Mas fiquei bem triste com a insegurança pela possível contaminação. De qualquer forma, sabemos que temos que perguntar sempre sobre os procedimentos, observar e na dúvida não comer. Nós não tivemos problemas mas, mandei um e mail para a mesma pessoa com quem havia me comunicado relatando o fato mas, ainda não obtive resposta. Se um dia a tiver, posto aqui...

Chivito

Agora vamos falar neste que é um prato tradicional famoso por lá. O chivito nada mais é do que a versão uruguaia do nosso X-Tudo. Nada de mais!

Servido de duas maneiras, "al pan" 

http://en.wikipedia.org/wiki/Chivito_(sandwich) 

ou "al plato" (sem o pão), 

http://viajes.elpais.com.uy/2009/11/25/verano-porteno-i-%C2%BFuruguay-o-brasil/


este último indicado pela própria ACELU para os celíacos desde que sejam feitos com as marcas "aptas" (contidas na lista que eles ofereceram) de hambúrguer, bacon, queijos e embutidos.

No entanto não arriscamos. A não ser que encontrássemos um lugar que realmente soubesse prepara-lo com a garantia de que não houvesse contaminação cruzada (Infelizmente, não foi o caso, mas também não era "Oh que prato! Como quero prova-lo!"... Não!).


ONDE COMPRAR

Disco

Fizemos nossas primeiras compras em um supermercado da rede Disco, dentro do Shopping Punta Carretas e depois visitamos a Gluteno... Pronto, não precisamos de mais nada! Ainda tentei encontrar a Nutriciência apenas para conhecer mais esta opção, mas infelizmente, não a encontramos. (O endereço que eu tinha era Gral. Urquiza, 2828)


Andei em outros mercados mas, os da rede Disco achei melhor organizados e neles encontrei a maioria dos produtos da lista de aptos. 

Com a lista oferecida pela ACELU em mãos, ficou tudo mais fácil.


Comprinhas básicas feitas no mercado:

_ Apenas produtos "aptos para celíacos" (Achocolatado, requeijão, iogurtes, hambúrgueres, capuccino, doce de leite, as bolachinhas de arroz Cerealitas, etc.)


PRODUTOS

Diferente dos vizinhos argentinos, no Uruguai não fazem referência nenhuma ao glúten nos rótulos. 

Antes da viagem eu havia entrado em contato com a ACELU, fui gentilmente orientada e me disponibilizaram a lista de produtos "aptos para celíacos" atualizada.

Medio y Medio


Uma bebida a base de espumante e vinho branco sem glúten e deliciosa!

Gostei tanto que trouxe algumas garrafas na mala.

Doce de leite 

Bem, chamam Buenos Aires de "terra do doce de leite", mas nossos vizinhos uruguaios não deixam nadinha a desejar nesse assunto. Há até uma certa "disputa" entre qual dos dois faz o melhor " dulce de leche". Assim sendo, tivemos que provar.

Os uruguaios mais indicados: Lapataia e o Conaprole (ambos sem glúten!).




Conaprole, na minha humilde opinião: O melhor doce de leite!

Aliás, adorei outros produtos da marca Conaprole (muitos iogurtes também são maravilhosos e sem glúten!)

Cerveja Daura (sem glúten)

Para os celíacos que gostam de uma cervejinha e aqui no Brasil não a encontram por menos de 17 reais... Em Montevidéu encontramos facilmente a cerveja Daura, em qualquer supermercado.

Há muito tempo não tomava cerveja, paguei 8 reais para provar a danada (isso mesmo, metade do preço!) ... Não gostei, achei muito amarga! Mas também, depois que parei de consumir cerveja, e isso já faz uns 4 anos, não sirvo mais de referência, né ? Há quem goste!





O QUE VISITAMOS

Passeamos pelo Mercado del Puerto, Estádio Centenário, La Rambla e Parque Rodó


Av. 18 de Julio e Fuente de los Cadeados,


Shopping Punta Carretas, compramos e comemos muitos morangos na feira...

Que morangos gostosos!


Maravilha de passeios!

Sites de apoio:

ACELU (Associação Celíaca do Uruguai) http://www.acelu.org/

http://www.nosnomundo.com.br/

http://glutenfreetraveller.com/gluten-free-uruguay/gluten-free-montevideo/#more-1268

http://blog.ile-montevideo.com/2011/03/comidas-sin-gluten-en-montevideo-gluten-free-food-in-montevideo-uruguay/